logo da Quercus
Últimas notícias

.posts recentes

. DE VOLTA A PORTUGAL E ATÉ...

. MANDATO DE BALI - RESULTA...

. DE CEDÊNCIA EM CEDÊNCIA A...

. 5h00 Lisboa - A ssessão p...

. TRABALHOS INTERROMPIDOS E...

. NEGOCIAÇÕES PELA MADRUGAD...

. O MUNDO REQUER ACÇÃO

. CONFERÊNCIA DE BALI SEM A...

. AL GORE CRITICA EUA E APE...

. PORMENORES DE UMA CONFERÊ...

.Horas em Bali

Nusa Dua

.arquivos

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2007

DEDO NA FERIDA

 

Como se vai fazer o reforço da eficiência energética em Portugal? A pergunta é de Eduardo de Oliveira Fernandes.
 
Em relação aos objectivos da estratégia nacional para a energia, Oliveira Fernandes tem dito que a liberalização do mercado da energia e o enquadramento da concorrência "é o que os governos gostam de fazer", o reforço das energias renováveis "está mais ou menos", mas "ninguém sabe como se vai fazer o reforço da eficiência energética", é "como escrever cartas ao Pai Natal".
 
Eduardo Oliveira Fernandes é Professor catedrático da FEUP (Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto), presidente da Agência de Energia do Porto e antigo secretário de Estado Adjunto do ministro da Economia do último governo de António Guterres.
 
O professor defende a adopção de sistemas que reduzam o consumo energético nos edifícios, uma mudança cultural nos hábitos dos cidadãos em relação à energia e um programa de subsídios para electrodomésticos mais eficientes do ponto de vista do consumo energético, que não seja "uma acção de marketing" da EDP.
 
De acordo com Oliveira Fernandes, Portugal tem espaço para um perfil energético próprio, adequado à sua escala e condições, que os consumidores de energia deverão dar lugar a "cidadãos de responsabilidade plena", que se eleja a eficiência energética como objectivo tecnológico, económico, fiscal, ambiental e cultural, acompanhado com energias renováveis de proximidade.
 
O professor do Porto lembra que no mercado é tão importante a procura como a oferta, sublinhando que o que geralmente se discute em relação às emissões de GEE (Gases de Efeito de Estufa) é do lado da oferta, e pergunta que medidas se estão a tomar do lado da procura.
 
Os dados do diagnóstico são claros: 85 por cento de dependência energética externa, com 60 por cento da energia proveniente do petróleo e 60 por cento da produção de electricidade de origem fóssil, e, os edifícios consomem 60 por cento da electricidade. 
       
Para Oliveira Fernandes o consumo de energia nos escritórios aumentou mais de 70 por cento nos últimos 10 anos.
 

Assim, só falta por em prática a Lei que até “está muito bem feita” referindo-se o professor à «importante obrigação de instalação de painéis solares em todos os edifícios”.

tags: ,
publicado por bali às 00:17
link do post | comentar | favorito
|

.Dezembro 2007

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.tags

. todas as tags

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds