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Sexta-feira, 7 de Dezembro de 2007

CHINA NÃO QUER METAS OBRIGATÓRIAS

 
A China mantém-se firme na recusa em adoptar metas quantitativas na redução de emissões de GEE (Gases de Efeito Estufa).
 
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Qin Gang, disse em Pequim que "não devemos abandonar o princípio das responsabilidades comuns mas
diferenciadas", o principio que está subjacente ao protocolo de Quioto e que exclui a China da lista de países com metas a cumprir.
 
É nesse sentido que os responsáveis chineses continuam a afirmar que "os membros da comunidade internacional devem combater as alterações climáticas com base nos seus níveis de desenvolvimento", sublinhou Qin Gang.
 
A China e outros grandes países em vias de desenvolvimento como a índia e o Brasil, enfrentam em Bali a pressão, para aceitarem metas quantitativas obrigatórias de redução de emissões de GEE. 
 
ARGUMENTOS
     
Pequim recusa metas obrigatórias e argumenta que, em termos históricos, foram os países industrializados que causaram a maioria das emissões de GEE para a atmosfera, desde a revolução industrial no século XIX. 
 
 
O segundo argumento chinês contra as metas quantitativas para os países em vias de desenvolvimento refere-se às emissões "per capita".
 
Apesar de em termos absolutos a China já ter ultrapassado os Estados Unidos como maior emissor mundial de GEE, as emissões chinesas "per capita" são ainda reduzidas em comparação com os países desenvolvidos.
 
Pequim afirma que a diferença prova que a imposição de metas quantitativas tornará mais difícil o desenvolvimento económico chinês com a consequente retirada de milhões de pessoas da pobreza.
 
Apesar desta atitude negocial, a China reconhece o papel das Nações Unidas e do protocolo de Quioto para a descoberta de uma solução comum para o combate às alterações climáticas, disse Qin Gang.
 
"Nas circunstâncias actuais, não devemos sair do quadro da Convençäo-Quadro
das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas e do Protocolo de Quioto", concluiu o porta-voz diplomático chinês.
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publicado por bali às 23:26
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MACAU QUER ADERIR A QUIOTO

 
O  Governo de Macau vai pedir a Pequim a aplicação do Protocolo de Quioto no território, a partir do próximo ano.
 
De acordo com uma nota oficial divulgada pelo gabinete de comunicação Social, nos últimos anos, a temperatura em Macau tem vindo a subir e as "noites quentes" e os "invernos quentes" afectaram a vida quotidiana da população.
 
"Assim, o Governo da Regiäo Administrativa Especial de Macau irá solicitar ao governo central a aplicaçäo do Protocolo de Quioto a Macau. Com esse pedido, Macau pode contribuir com a sua quota-parte para a prevenção do aquecimento global", refere a nota. 
     
O Protocolo de Quioto está em vigor desde Fevereiro de 2005 e tem como objectivo para os países desenvolvidos a redução dos níveis de emissão dos GEE (gases de efeito de estufa).
 
Para os países em vias de desenvolvimento, onde se inclui a China, não existem metas aos níveis de emissão.
 
O executivo de Macau tem desenhada uma estratégia de conservação de energia, redução de poluentes e promoção da utilização do transporte público, com a introdução do gás natural na produção de energia, construção do metropolitano ligeiro e sistemas de passadeiras automáticas e importação de veículos com taxas mais baixas de emissão de gases poluentes.
 
A promoção dos princípios do Protocolo de Quito em Macau tem início em meados de Dezembro com a realização de actividades de sensibilização da população em zonas públicas.
publicado por bali às 23:17
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PORTUGAL NO LUGAR 13

 
Francisco Ferreira (Quercus em Bali)
Portugal ficou em classificado em 13º lugar em termos de melhor performance relativamente às alterações climáticas num ranking que incluiu os países desenvolvidos e os países com um forte desenvolvimento industrial recente ou representando mais de 1% do total de emissões de dióxido de carbono. O índice é da responsabilidade da organização não governamental de ambiente GermanWatch apoiado pela Rede Europeia de Acção Climática (a que a Quercus pertence) e contou com a colaboração da Quercus na avaliação qualitativa pericial efectuada a Portugal. O anúncio foi hoje efectuado em conferência de imprensa na reunião das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas que está a ter lugar em Bali na Indonésia.
 
O Climate Change Performance Index (CCPI) 2008 é um instrumento inovador que traz maior transparência às políticas climáticas internacionais. Com base em critérios padrão, o índice avalia e compara a performance de 56 países que, no total, são responsáveis por mais de 90% das emissões de dióxido de carbono associadas à energia. O objectivo do índice é aumentar a pressão política e social nos países que têm esquecido até agora o seu trabalho interno no que respeita às alterações climáticas.
 
O CCPI resulta de três componentes parciais que são somadas de modo a criar um ranking da performance em termos de alterações climáticas dos países avaliados. A primeira componente (tendência das emissões) analisa a evolução das emissões nos últimos anos de quatro sectores individualmente: electricidade, transportes, residencial e industrial. A segunda componente refere-se às emissões (nível de emissões) relacionadas com a energia em de cada país integrando variáveis como o produto interno bruto e as emissões per capita. A terceira e última componente (política de emissões) resulta duma avaliação da política climática o país a nível nacional e internacional. A componente de tendência pesa 50%, a componente nível de emissões 30% e as políticas climáticas são ponderadas em 20%. Os dados são retirados da Agência Internacional de Energia e das submissões efectuadas pelos países, sendo as políticas climáticas avaliadas por peritos internacionais na área das alterações climáticas, tendo a Quercus participado a este nível
 
Portugal sobe 6 lugares no ranking, da 19ª (em 2007) para a 13ª posição (em 2008)
 
Portugal obteve a 13ª posição no ranking final global (1º é o melhor), sendo que a sua classificação foi a 32ª na componente tendência de emissões, 15ª na componente de nível de emissões e 4º na componente de políticas climáticas, tendo subido 6 posições na análise global. No índice em 2006, Portugal obteve a 25ª posição quando estiveram em avaliação 53 países. Esta posição reflecte o facto de Portugal ter emissões per capita relativamente baixas e ter um conjunto de medidas consignadas (mesmo que ainda não implementadas) para reduzir as emissões, mas ao mesmo tempo reflecte o aumento praticamente sistemático das emissões desde 1990, com dificuldades de cumprimento do Protocolo de Quioto.
 
O país melhor classificado no ranking foi a Suécia, seguido da Alemanha, Islândia, México e Índia. O pior país foi a Arábia Saudita, tendo a Espanha ficado em 29º lugar e os EUA em penúltimo lugar (55º). O relatório será disponibilizado pela GermanWatch.
publicado por bali às 14:53
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