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Sexta-feira, 30 de Novembro de 2007

JÁ ESTAMOS A PAGAR

 

 

O PPEC (Plano de Promoçäo da Eficiência no Consumo de Energia Eléctrica para 2008 aprovou este mês (Novembro) 28 medidas no valor de 9,3 milhöes de Euros que väo gerar poupanças energéticas de 72 milhöes de Euros, anunciou hoje a ERSE (Entidade Reguladora do Sector Energético).

 
Para a ERSE, a boa implementação das medidas aprovadas para o PPEC 2008 vão permitir poupar 878 gigawatts/hora (GWh) de energia eléctrica, ou seja, quase 325 mil toneladas de emissões de dióxido de carbono (C02).
 
A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), recebeu este ano 140 candidaturas de 21 promotores, tendo considerado elegíveis 131 medidas com custos candidatos de 46,2 milhões de Euros.
 
As candidaturas apresentadas foram cinco vezes superiores ao orçamento anual do PPEC para 2008 que é de 9,3 milhões de Euros.
 
A ERSE prevê que os benefícios esperados pela aplicação destas medidas atinjam os 72 milhões de Euros, ou seja, sete vezes mais do que os custos financiados pela tarifa eléctrica.
 
O PPEC visa incentivar a promoção de medidas para melhorar a eficiência no consumo de energia eléctrica, através de acções empreendidas por comercializadores, operadores de redes e entidades de promoção e defesa dos interesses dos consumidores.
 
FACTURA
 
Essas medidas são pagas por todos os consumidores de electricidade, representando cerca de 0,06 por cento do total da factura eléctrica, mas “os benefícios mensuráveis são bastante superiores ao que é pago”, sublinha a ERSE.
 
Entre as medidas tangíveis aprovadas, apresentadas por entidades como a DECO, EDP, Energaia, Iberdrola, Unión Fenosa, ADENE, ARENA, Endesa e Electricidade dos Açores, dominam as que se referem à eficiência da iluminação, à correcção do factor de potência e à refrigeração eficiente.
 
Por exemplo, o facto de se utilizar em casa lâmpadas eficientes, em vez das convencionais, tem um custo imputado ao PPEC de 57 cêntimos por consumidor, mas permite gerar um benefício social de 5,10 Euros por consumidor.
 
Na indústria, o facto de se fazer a correcçäo do factor de potência, gera um custo de 34,28 euros por consumidor e um benefício social de 199,91 Euros.
 
Entende-se por benefício social, o somatório entre os benefícios para o sector eléctrico (custo evitado de fornecimento de energia eléctrica) e os benefícios ambientais (redução de emissões).
 
Entre as medidas intangíveis candidatas ao PPEC, destacam-se as medidas de divulgação, seguidas de auditorias energéticas.
 
O PPEC foi lançado pela ERSE com o objectivo de promover a eficiência energética ao nível da procura para reduzir o consumo até 2010, no âmbito do compromisso assumido por Portugal ao abrigo do Protocolo de Quioto. 
 
O objectivo é incentivar as várias entidades que actuam no sector a apresentarem medidas que promovam a eficiência energética. 
 
Entre essas medidas, existem as tangíveis, que correspondem à instalação efectiva de equipamentos com eficiência energética superior, cuja redução do consumo é claramente mensurável.
 
As entidades podem ainda apresentar medidas intangíveis, ou seja, medidas que visem disponibilizar aos consumidores informação relevante sobre a eficiência no consumo de electricidade e sobre os seus benefícios com vista à opção de hábitos de consumo mais eficientes.
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publicado por bali às 10:22
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