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Terça-feira, 11 de Dezembro de 2007

AL-GORE RECEBE NOBEL

Entrega do Nobel da Paz 2007

 

O antigo vice-presidente americano Al Gore, que nesta segunda-feira recebeu o Prémio Nobel da Paz juntamente com o IPCC, pediu que os Estados Unidos e a China parem de se acusar e assumam sua responsabilidade para com o planeta, que "está febril".

 

A ameaça ecológica que assola o planeta e a civilização humana implica uma mobilização universal, rápida e ambiciosa, disse Gore ao receber o prémio.

 

Os Estados Unidos e a China, os principais emissores de CO2 do planeta, "devem deixar de utilizar o comportamento do outro como desculpa para o bloqueio, e em troca desenvolver uma agenda para sobrevivência mútua", disse Gore.

 

Os dois países (EUA e China) "deverão realizar gestos mais audazes, caso não queiram ser julgados pela História por sua falta de iniciativa", avisou o autor de “uma verdade inconveniente”.

 

Na cerimónia Al Gore disse que "chegou a hora de fazer as pazes com o nosso planeta". Depois de Olso, Gore irá a Bali para pedir medidas fortes, em particular um novo tratado sobre o clima que, pede Al Gore, deveria entrar em vigor a partir de 2010, dois anos antes do previsto, ou a instauração de um imposto sobre as emissões de carbono.

 

"Temos tudo que precisamos para pôr a mão na massa, exceto, talvez, vontade política, ainda que vontade política seja uma energia renovável", concluiu Gore.

 

EUA E CHINA

 

O único país ocidental que não adoptou o protocolo de Quioto, os Estados Unidos negam-se a assumir qualquer compromisso internacional para reduzir as emissões de dióxido de carbono, alegando que isso iria penalizar sua economia.

 

A China, por sua vez, justifica sua atitude por considerar as mudanças climáticas responsabilidade histórica dos países industrializados, e por isso tem o direito de poder desenvolver o seu tecido industrial.

 

A atitude dos dois países não parece sofrer alterações na reunião de Bali, onde cerca de 190 delegações tentam, nesta semana, um último fôlego para chegar a um acordo sobre o roteiro para as negociações de um tratado que substitua depois de 2012 o Protocolo de Quioto.

 

Entrega do Nobel foi seguida em Bali

 

DUPLO NOBEL

 

O presidente do comité Nobel, Ole Mjoes, destacou o carácter particular do prémio deste ano.

 

"O comité Nobel norueguês raramente aumenta o tom, mas há muito tempo não tem estado tão preocupado com questões tão fundamentais como as deste ano", destacou.

 

Já o  indiano Rajendra Pachauri, presidente do IPCC (Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas), que reúne cerca de 3.000 especialistas coordenados pela ONU, detalhou os efeitos catastróficos da mudança climática, "a ameaça de dramáticas migrações de populações, conflitos, guerras por água e outros recursos".

publicado por bali às 00:05
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PÓS BUSH = PÓS QUIOTO

Senador Kerry

 

Só depois da administração Bush sair da Casa Branca se pode esperar algumas coisa nas negociações globais sobre Alterações Climáticas, foi deste modo que o senador Norte Americano, John Kerry, eleito pelo Partido Democrata, ao mesmo tempo que dava um sinal de esperança para o futuro hipotecava qualquer hipótese de sucesso para a conferência de Bali.
 
Em Bali, John Kerry disse que «os Estados Unidos irão estar na mesa das negociações e irão desempenhar um papel motor».
 

O candidato derrotado por Bush nas últimas eleições presidenciais lembrou que o mandato do actual presidente está na recta final, as eleições estão à porta e os mais importantes candidatos dos dois maiores partidos já se mostraram disponíveis para que os EUA ratifiquem um protocolo que suceda ao acordo de Quioto.

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publicado por bali às 00:04
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Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2007

CANADÁ SÓ ACEITA PÓS QUIOTO SE EUA ENTRAREM

o ministro John Baird

 

O ministro do Ambiente do Canadá recusa assinar um novo acordo para a redução de GEE (Gases de Efeito de Estufa) se os Estados Unidos não o integrar.
 
Entrevistado pela agência noticiosa Canadian Press antes de partir para Bali, Indonésia, para participar no segmento ministerial da Conferência das Nações Unidas para as Alteraçöes Climáticas, o ministro John Baird, admitiu a possibilidade de se concluir em 2009 um novo acordo internacional com vista a redução dos gases poluentes.
 
Mas, avisou que o novo tratado que suceder ao Protocolo de Quioto deve fixar, pela primeira vez, metas de redução para os países maiores emissores de GEE, o que inclui a China que não entra em Quioto e os EUA que se excluíram de cumprir o protocolo.
 
Baird utilizou uma analogia militar para explicar que o Canadá seria prejudicado se aceitasse limites ambientais se o país vizinho e principal parceiro comercial não seguisse os mesmos passos: "Pode fazer-se um desarmamento unilateral. Alguns poderão chamar-lhe [um gesto] nobre, mas não é necessariamente esperto", argumentou. 
     

No âmbito no Protocolo de Quioto, subscrito por Otava, o Canadá comprometeu-se a reduzir entre 2008 e 2012 as suas emissões de gases com efeito em seis por cento face aos níveis de 1990.

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publicado por bali às 23:58
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