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Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2007

LISBOA E PORTO ENTRE AS CIDADES COM MAIORES RISCOS DE CHEIAS

 

As duas principais cidades do país estão no grupo dos centros urbanos com mais potencial de cheias devido às alterações climáticas e à consequente subida do nível do mar.
 
Um relatório da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento na Europa) alerta para os impactos das Alterações Climáticas no desenvolvimento urbano. O estudo analisa a exposição de pessoas e bens ao risco de cheias em 136cidades portuárias do mundo inteiro.

Uma maior concentração da população, as alterações climáticas, o retorno cíclico de uma grande cheia por século é este conjunto de circunstâncias fará das cidades portuárias em todo o Mundo locais de grandes perdas de pessoas e bens.
 
A OCDE traçou os cenários previsíveis para 2070 entrando em linha de conta com algumas variáveis. Lisboa e Porto surgem nessa listagem de risco, onde se inclui mais uma dezena de cidades portuárias europeias, algumas delas ainda mais ameaçadas.

Com e sem alterações climáticas, com ou sem grandes alterações económicas assim foram traçados diversos cenários para avaliar o que poderá acontecer às 136 cidades/regiões portuárias que têm pelo menos um milhão de habitantes e acentuarão o seu crescimento populacional.
 
Lisboa e Porto entraram neste cálculo da OCDE mas apesar de não estarem entre os cenários mais dramáticos traçados para 2070, a sua evolução demográfica e económica tenderá a acentuar as consequências humanas e materiais de cheias.

Mesmo com o clima de agora, se for projectado o crescimento económico e da população para 2070, o cenário seria gravoso para as duas cidades. Lisboa teria ameaçadas 79 mil pessoas e o Porto 19 mil. Em qualquer das projecções, o relatório entra em linha de conta com a hipótese do retorno de uma cheia das que ocorrem pelo menos uma vez em cada cem anos.

Em termos mundiais, a Ásia concentra a potencialidade do maior número de vítimas, enquanto algumas cidades dos EUA e da Europa concentram a riqueza em risco. Quanto a protecções, Londres, Tóquio e Amsterdão são as mais bem equipadas, até para a recorrência de cheias num período de mil anos.

A Índia e a China são e serão as que mais prejuízos de toda a ordem podem sofrer. No mapa do futuro, o crescimento populacional pode também pôr em risco cidades como Luanda.


O PIOR CENÁRIO

Num dos cenários previstos, em que se conjuguem as mudanças climáticas e aumento da população, as vítimas na região de Lisboa podem ascender a 90 mil e no Porto a 22 mil. Os danos económicos na primeira destas cidades cifrar-se-ão em 20 mil milhões de Euros de perdas e na segunda em mais de seis mil milhões.
 
CONCLUSÂO
 
Retirar as populações e as instalações produtivas dos leitos de cheias é referido pela OCDE como condição para minimizar consequências económicas e humanas. O documento cita casos de cidades portuárias, como Londres, Amsterdão e Nova Iorque, para frisar que medidas defensivas não impedem totalmente os prejuízos. Mas a antevisão é necessária, por exemplo, as barreiras no Tamisa para defender Londres demoraram 30 anos entre a decisão e a operacionalidade, conclui o relatório da OCDE que pode ser consultado no site da organização.
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INDONÉSIA JÁ SOFRE COM ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS

 

A Indonésia, o maior arquipélago do mundo, perdeu 24 ilhas nos últimos anos, devido a catástrofes naturais e estragos ambientais.
 
Aproveitando a conferência de Bali sobre Alterações Climáticas o ministro dos assuntos Marítimos indonésio, Freddy Numberi, revelou que o número total de ilhas do arquipélago passou de 17.504 para 17.480.
     
A Indonésia, quarto país mais povoado do mundo, está particularmente ameaçada pelo aquecimento global.
 
"Os cientista previram que a Indonésia poderá perder pelo menos 2.000 ilhas até 2030", disse Freddy Numberi.
 
Quatro das ilhas desaparecidas foram arrasadas pelo maremoto de Dezembro de 2004, que fez cerca de 168 mil mortos no norte de Sumatra, acrescentou o ministro.
 

As outras vinte ilhas desapareceram devido a estragos ambientais e a efeitos da exploração humana.

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