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Domingo, 9 de Dezembro de 2007

ALEMANHA AUTO PROPOEM METAS

Chefe do Governo Alemão

 

O governo alemão aprovou um “programa energético para a protecção do clima” que prevê a reduçäo em 40 por cento, até 2020, das emissões de dióxido de carbono, causadoras do aquecimento global.
 
"No total, este programa custará três mil milhões e meio de Euros", disse, em Berlim, o secretário de Estado do Ambiente, Michael Mueller. 
 
Um dos objectivos centrais incluídos no programa é duplicar o recurso às energias renováveis, até 2020, para que estas representem entre 25 a 30 por cento do total, o que representará um encargo de dois mil milhões de Euros. 
 
Outra das metas prende-se com a redução das emissões de dióxido de carbono (CO2) provenientes do aquecimento dos edifícios, onerando os respectivos proprietários em cerca de 700 milhões de Euros.
 
Quanto aos milhões de automobilistas que circulam na Alemanha verão aumentado o imposto de circulação dos veículos, em função de novos cálculos que se centrarão mais na respectiva cilindrada e na poluição que causam.
 
Várias associações ambientalistas criticaram o programa energético aprovado pelo governo, com 29 pontos, que consideraram "insuficiente". Mas, a indústria alemã, apoiou a iniciativa, mas exigiu, simultaneamente, que se calculem os custos em função dos benefícios, voltando a protestar contra o encerramento gradual das centrais nucleares inscrito no programa do executivo conservador de Angela Merkel. 
 

Para o ministro do Ambiente, Sigmar Gabriel, o programa apresentado é "único a nível mundial" e "um sinal" do governo alemão em direcção à Conferência das Naçöes Unidas sobre as Alterações Climáticas, em Bali.

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publicado por bali às 14:47
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Sexta-feira, 7 de Dezembro de 2007

CHINA NÃO QUER METAS OBRIGATÓRIAS

 
A China mantém-se firme na recusa em adoptar metas quantitativas na redução de emissões de GEE (Gases de Efeito Estufa).
 
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Qin Gang, disse em Pequim que "não devemos abandonar o princípio das responsabilidades comuns mas
diferenciadas", o principio que está subjacente ao protocolo de Quioto e que exclui a China da lista de países com metas a cumprir.
 
É nesse sentido que os responsáveis chineses continuam a afirmar que "os membros da comunidade internacional devem combater as alterações climáticas com base nos seus níveis de desenvolvimento", sublinhou Qin Gang.
 
A China e outros grandes países em vias de desenvolvimento como a índia e o Brasil, enfrentam em Bali a pressão, para aceitarem metas quantitativas obrigatórias de redução de emissões de GEE. 
 
ARGUMENTOS
     
Pequim recusa metas obrigatórias e argumenta que, em termos históricos, foram os países industrializados que causaram a maioria das emissões de GEE para a atmosfera, desde a revolução industrial no século XIX. 
 
 
O segundo argumento chinês contra as metas quantitativas para os países em vias de desenvolvimento refere-se às emissões "per capita".
 
Apesar de em termos absolutos a China já ter ultrapassado os Estados Unidos como maior emissor mundial de GEE, as emissões chinesas "per capita" são ainda reduzidas em comparação com os países desenvolvidos.
 
Pequim afirma que a diferença prova que a imposição de metas quantitativas tornará mais difícil o desenvolvimento económico chinês com a consequente retirada de milhões de pessoas da pobreza.
 
Apesar desta atitude negocial, a China reconhece o papel das Nações Unidas e do protocolo de Quioto para a descoberta de uma solução comum para o combate às alterações climáticas, disse Qin Gang.
 
"Nas circunstâncias actuais, não devemos sair do quadro da Convençäo-Quadro
das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas e do Protocolo de Quioto", concluiu o porta-voz diplomático chinês.
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publicado por bali às 23:26
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MACAU QUER ADERIR A QUIOTO

 
O  Governo de Macau vai pedir a Pequim a aplicação do Protocolo de Quioto no território, a partir do próximo ano.
 
De acordo com uma nota oficial divulgada pelo gabinete de comunicação Social, nos últimos anos, a temperatura em Macau tem vindo a subir e as "noites quentes" e os "invernos quentes" afectaram a vida quotidiana da população.
 
"Assim, o Governo da Regiäo Administrativa Especial de Macau irá solicitar ao governo central a aplicaçäo do Protocolo de Quioto a Macau. Com esse pedido, Macau pode contribuir com a sua quota-parte para a prevenção do aquecimento global", refere a nota. 
     
O Protocolo de Quioto está em vigor desde Fevereiro de 2005 e tem como objectivo para os países desenvolvidos a redução dos níveis de emissão dos GEE (gases de efeito de estufa).
 
Para os países em vias de desenvolvimento, onde se inclui a China, não existem metas aos níveis de emissão.
 
O executivo de Macau tem desenhada uma estratégia de conservação de energia, redução de poluentes e promoção da utilização do transporte público, com a introdução do gás natural na produção de energia, construção do metropolitano ligeiro e sistemas de passadeiras automáticas e importação de veículos com taxas mais baixas de emissão de gases poluentes.
 
A promoção dos princípios do Protocolo de Quito em Macau tem início em meados de Dezembro com a realização de actividades de sensibilização da população em zonas públicas.
publicado por bali às 23:17
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Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2007

PORTUGAL FALHA METAS DE QUIOTO

Ministro do Ambiente: Nunes Correia
 
Portugal ultrapassou em 15,8 por cento o limite de emissões de GEE (Gases de Efeito de Estufa), estabelecido no Protocolo de Quioto para 1990-2005. Depois da Espanha, Portugal é entre os país da UE a 15, aquele que menos cumpriu os objectivos estabelecidos.
 
Os últimos dados coligidos pela Convenção Quadro da ONU para as Alterações Climáticas (sigla em inglês, UNFCCC) apontam para uma generalizada falta de cumprimentos das metas assumidas pelos países mais desenvolvidos, que estão abrangidos pelo compromisso de Quioto.
 
Estes dados de emissões de GEE, apresentados pela UNFCCC, referem-se ao ano de 2005.
 
O relatório adianta que Espanha é o país da UE a 15 que menos cumpriu os objectivos estabelecidos pelo Protocolo de Quioto, tendo aumentado as suas emissões em 53,3 por cento entre 1990 e 2005, embora o país se tenha comprometido a não ultrapassar os 15 por cento. 
 
Portugal, que tinha fixado a meta de não ultrapassar os 27 por cento de emissões no mesmo período, surge em segundo lugar dos Estados-membros da UE a 15 menos cumpridores, com um aumento de 42,8 por cento nas emissões, seguido da Grécia (26,6 por cento).
 
De acordo com o documento, a Suécia é o país da UE a 15 que maiores progressos alcançou, uma vez que estando autorizado a aumentar as suas emissões de dióxido de carbono em quatro por cento, conseguiu reduzi-las em 7,3 por cento.
 
O documento da ONU sublinha ainda que apenas França, Finlândia e Reino Unido têm desenvolvido esforços acima dos exigidos, sendo que o resto dos Estados-membros analisados, entre os quais também Portugal, "não cumprem em maior ou menor medida os seus objectivos".
 
Apesar destes dados, o secretário-executivo da UNFCC, Ivo de Boer afirmou estar confiante de que os países signatários de Quioto sejam capazes de até 2012 reduzir as suas emissöes em 15 por cento (relativamente aos níveis de 1990), "se adoptarem e puserem em prática medidas adicionais".
 
REACÇÃO
 
Confrontado com estes dados o ministro do Ambiente de Portugal, Francisco Nunes Correia disse que, apesar dos aumentos de emissões de GEE «isso não significa que não vamos cumprir ou infringir o protocolo de Quioto».
 
Para Nunes Correia, Quioto «estabelece metas no que diz respeito a emissões mas estabelece também um conjunto de mecanismos, chamados de mecanismos de flexibilidade de Quioto, que dizem o que é que os países devem fazer para cumprir o protocolo no caso de não conseguirem ficar dentro das metas das emissões».
publicado por bali às 22:37
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